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III Encontro Nacional de Ensino de Estruturas em Escolas de Arquitetura

ENEA

INFORMAÇÕES GERAIS

Todas as submissões deverão ser realizadas entre os dias 20 de janeiro e 13 de abril de 2017, por sistema eletrônico. Serão selecionados trabalhos para apresentação oral e para pôster, a critério da Comissão Científica.

Preveem-se 24 apresentações de trabalhos orais (18 selecionados por comitê científico e 6 convites especiais do comitê organizador). Também serão selecionados pôsteres para apresentação e debates, além de caderno de re-
sumos e de textos, publicados em meio eletrônico. O comitê científico selecionará contribuições relevantes par publicação de livro.

SEÇÕES TEMÁTICAS

O evento se estrutura em torno de três sub-temas, correlatos a três seções temáticas:

1. Novas orientações para o ensino de estruturas nas escolas de arquitetura

Ampliação das abordagens atuais (crítica ao viés verificativo tradicional e estímulo ao viés conceptivo); questionamento da hegemonia do concreto armado e ampliação do repertório de possibilidades de concepção estrutural.

Interessa a esta seção discutir alternativas ao modelo tradicional de ensino de estruturas vigente nas escolas, buscando responder às questões: Qual o objetivo do ensino de estruturas para arquitetos? Que iniciativas didáticas inovadoras – tanto em termos de reestruturação pedagógica quanto de desenvolvimento de materiais instrucionais diferenciados – estão sendo geradas?

Do ponto de vista pedagógico, tais situações envolveriam tanto a reestruturação dos cursos de Arquitetura como meio para uma maior integração de disciplinas como também o desenvolvimento de práticas inovadoras de disciplinas específicas, apontando para a superação das metodologias verificativas, baseadas exclusivamente em cálculos matemáticos). Interessam especialmente os estudos que aprofundem a relação entre espaço construído e tecnologia. Considerando ainda a diversidade das soluções construtivas, interessa saber, para além do concreto armado, como os demais sistemas estruturais estão sendo didaticamente explorados.

2. Articulações entre ensino de projeto arquitetônico e ensino de estruturas

Exploração dos os ateliês de projeto como ambientes de ensino e aprendizagem supostamente de síntese dos muitos campos de conhecimento envolvidos na arquitetura e como local em que mais se sentem os efeitos negativos do ensino de estruturas pautado pelo viés verificativo.

Interessa a esta seção as propostas que reforcem as abordagens conceptivas integradoras e que ponham em questão a dimensão construtiva-estrutural dos objetos arquitetônicos. Afinal, a forma arquitetônica é tensionada pela solução estrutural, ao contrário de ser uma mera opção de quem projeta. O ensino de projeto dá margem a reflexões sobre esta tensão. Nesse sentido, cabe discutir:

As abordagem dos problemas projetuais estão contribuindo para a elaboração de uma consciência tectônica? Por que é comum, no desenvolvimento do projeto, o adiamento das definições de ordem técnica? Quando estabelecidas ao final do processo, frequentemente são justificadas mais por critérios formais (ou convenções construtivas) do que por uma resposta ao programa ou ao sítio. Considerando o embate entre as abordagens conceptiva e verificativa, o percurso do aluno nas disciplinas de estruturas na Arquitetura deveria ser uma versão compacta do percurso do aluno de engenharia civil? Ou essa reflexão sobre a competência a ser desenvolvida requer outras habilidades/disciplinas necessárias para a formação do arquiteto? Para o desenvolvimento desta competência é necessário que o aluno desenvolva habilidades de cálculo estrutural?

3. Meios para o ensino de estruturas – recursos, literatura e material didático

No campo do ensino de estruturas, os recursos são os mais diversos, dada sua natureza teórico-prática. Os meios didáticos passam pelo uso de modelos físicos como recurso para o aprendizado intuitivo do funcionamento das estruturas; desenvolvimento e criação de protótipos em escala real; realização de experimentações construtivas em canteiro; organização de laboratórios para práticas didáticas e de extensão; produção de protótipos segundo princípios de pré-fabricação; adoção de recursos computacionais como instrumentos de auxílio à concepção estrutural. Em vista disso interessam a esta seção discutir as seguintes questões: Em que medida estudos teóricos que contemplem a história e a crítica de experiências significativas de ensino de estruturas seriam necessários para que se possa evoluir em novas proposições? O quanto materiais didáticos como cartilhas, apostilas, filmes, modelos interativos podem favorecer a difusão e replicabilidade de experimentos? O desenvolvimento das ferramentas computacionais trazem novas abordagens para a gênese do projeto: ao desenvolvimento da forma guiada pela geometria (simbólico) e/ou pelo contexto (social, econômico, ambiental), deveríamos superpor um concepção baseada em desempenho?

SUBMISSÃO DE TRABALHOS

Resumos: 01/02/2017 a 01/03/2017

Artigo Completo:

Divulgação de Resultados: 02/05/2017

CONTATO

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