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Ação inédita

O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC), órgão da secretaria estadual de Cultura (SecultBA), não possuia política ampla para a proteção de imóveis e conjuntos urbanos  modernistas e art déco na Bahia. Visando diminuir esse déficit, desde 2007, está sendo implantada a ‘Política Pública de Patrimônio Cultural’ do IPAC que já atingiu cerca de 200 municípios baianos.

Tombamentos inéditos de edificações com estilos arquitetônicos art déco e modernistas da Bahia, antes relegados e sem proteção legal do Estado, que mais têm chamado atenção de especialistas, arquitetos, urbanistas, engenheiros civis, museólogos, artistas e gestores públicos do patrimônio cultural brasileiro. A última edificação que o IPAC iniciou o tombamento foi do Hotel da Bahia, construção modernista de autoria do renomado arquiteto baiano Diógenes Rebouças – falecido em 1994 – que também projetou a Avenida Contorno, a Escola Parque e outras edificações, marcos da arquitetura no nosso estado.

O centro histórico da Estância Hidromineral de Cipó – considerado o conjunto arquitetônico-urbanístico art déco e neocolonial mais conservado do Brasil – é um dos principais exemplos dos novos tombamentos do IPAC. Em Salvador, os edifícios Oceania (Farol da Barra), Dourado (Graça), A Tarde e Sulacap (Praça Castro Alves), o Caramuru (Comércio), o cine-teatro Jandaia (Baixa dos Sapateiros) e Hospital Aristides Maltez (Brotas) já se encontram sob proteção de tombamento provisório do IPAC.

Fonte: Assessoria de Comunicação – IPAC – Em 04.06.2010



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